sábado, 14 de agosto de 2010
Músicas inesquecíveis: pacote especial Disney [4]
Friend like me - Howard Ashman & Alan Menken (Aladdin)
Well Ali Baba had them forty thieves
Scheherazad-ie had a thousand tales
But master you in luck 'cause up your sleeves
You got a brand new magic never fails
You got some power in your corner now
Some heavy ammunition in your camp
You got some punch
Pizzazz!
Yahoo and how
See all you gotta do is rub that lamp
And I'll say
Mister Aladdin, sir
What will your pleasure be?
Let me take your order
Jot it down
You ain't never had a friend like me
Life is your restaurant
And I'm your maitre'd
C'mon whisper what it is you want
You ain't never had a friend like me
Yes sir, we pride ourselves on service
You're the boss,
The king,
The shah!
Say what you wish
It's yours! True dish
How about a little more Baklava?
Have some of column "A"
Try all of column "B"
I'm in the mood
To help you, dude
You ain't never had a friend like me
Boom-Ba
No-No
Can your friends do this?
Can your friends do that?
Can your friends pull this
Out their little hat?
Can your friends go... Poof!
Well, look here
Can your friends go Abracadabra
Let 'er rip
And then make the sucker disappear?
So doncha sit there slack jawed, buggy eyed
I'm here to answer all your midday prayers
You got me bona fide and certified
You got a genie for your charge d'affaires
I got a powerful urge to help you out
So whatcha wish? I really wanna know
You got a list that's three miles long, no doubt
Well, all you gotta do is rub like so - and oh!
Mister Aladdin, sir
Have a wish or two or three
I'm on the job, you big nabob
You ain't never had a friend, never had a friend
You ain't never had a friend, never had a friend
You ain't never
Had a
Friend like me
You ain't never had a friend like me, hah!
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A arte como ameaça
(Sei que meus leitores tem preguiça de ler, então tentarei usar um outro estilo de texto, e gostaria que me dissessem o que vocês acham)
Quando a arte se torna uma ameaça?
Acho que, antes que eu possa explicar isso, eu deveria dizer o que é arte. Arte? Como conceituá-la? Vou me resumir a: maneira de se expressar do ser humano que provoca sensibilização nas pessoas de alguma forma que seja (mais vago impossível).
E quando isso é um problema? Quando atividades muitas vezes perigosas e prejudiciais, tornam-se artes.
Assassinar poderia ser uma arte para um serial killer.
Guerrear poderia ser uma arte para um general.
Atear fogo a coisas poderia ser considerado uma arte por um piromaníaco.
Enganar pessoas poderia ser considerado uma arte por um charlatão.
Muitas vezes, em todos os casos acima, de fato essas ações são consideradas arte.
Quando as pessoas tomam por arte uma atitude imprópria ao que se considera nobre ou correto pela sociedade, ou em última instância pelo bom senso e pela moral, ela será um problema. Pois os artistas sempre estarão tentando exercer de sua arte.
Solução? Devemos reconhecer aqueles que tratam com reverência, ou mesmo respeito, atitudes baixas ou desumanas. "Esse assassinato foi uma obra de arte". "Vejam como é bonito o fogo queimando". "As pessoas são muito fáceis de se enganar". Exemplos disso que estou falando.
Nenhum homem de valor matará quando não for por defesa pessoal ou para salvar a vida de um inocente. Guerreará como último recurso. Queimará algo somente para deter o fogo. Enganará somente aqueles que dele querem abusar.
A arte é linda. Mas também pode ser muito perigosa.
Quando a arte se torna uma ameaça?
Acho que, antes que eu possa explicar isso, eu deveria dizer o que é arte. Arte? Como conceituá-la? Vou me resumir a: maneira de se expressar do ser humano que provoca sensibilização nas pessoas de alguma forma que seja (mais vago impossível).
E quando isso é um problema? Quando atividades muitas vezes perigosas e prejudiciais, tornam-se artes.
Assassinar poderia ser uma arte para um serial killer.
Guerrear poderia ser uma arte para um general.
Atear fogo a coisas poderia ser considerado uma arte por um piromaníaco.
Enganar pessoas poderia ser considerado uma arte por um charlatão.
Muitas vezes, em todos os casos acima, de fato essas ações são consideradas arte.
Quando as pessoas tomam por arte uma atitude imprópria ao que se considera nobre ou correto pela sociedade, ou em última instância pelo bom senso e pela moral, ela será um problema. Pois os artistas sempre estarão tentando exercer de sua arte.
Solução? Devemos reconhecer aqueles que tratam com reverência, ou mesmo respeito, atitudes baixas ou desumanas. "Esse assassinato foi uma obra de arte". "Vejam como é bonito o fogo queimando". "As pessoas são muito fáceis de se enganar". Exemplos disso que estou falando.
Nenhum homem de valor matará quando não for por defesa pessoal ou para salvar a vida de um inocente. Guerreará como último recurso. Queimará algo somente para deter o fogo. Enganará somente aqueles que dele querem abusar.
A arte é linda. Mas também pode ser muito perigosa.
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Fantasia
Há uma qualidade hoje em dia que é incrivelmente neglicengiada: a imaginação. Não sou o primeiro e nem serei o último a ressaltar a importância fundamental dessa ferramenta tão poderosa que o ser humano possui. A imaginação foi fundamental para o desenvolvimento de teorias, para a crição de testes de hipóteses, para a produção de incríveis obras de arte e mesmo para o nosso trivial e mundano entreterimento. Vamos pensar sobre o que a melhora, o que a gera, e para que ela serve.
Antes de falar sobre o que gera imagnação, devemos falar sobre um elemento que a potencializa: o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais ideias, artimanhas, articulações o homem é capaz de gerar a partir de sua imaginação, de sua fantasia. Isto é simples de explicar porquê: quanto maior o nosso conhecimento, maior o número de elementos e situações que temos a disposição, maior o número de exemplos anteriores que conhecemos, e portanto maior a chance de conjugarmos isso tudo em único cenário de produção imaginativo e obtermos um resultado. Alguém que conhece o princípio da alavanca seria capaz de idealizar uma alavanca hidraúlica, ao passo que alguém sem esse conhecimento teria maior dificuldade de idealizar o mesmo processo, pois teria que por si só também desvendar o princípio da alavanca.
Agora podemos nos indagar: o que gera imaginação? Basicamente dois elementos: um deles, sem dúvida, é o desafio. Quando nos sentimos desafiados, provocados, contrariados, sentimos também o impulso de superarmos tal obstáculo, de obliterarmos tal barreira. E, para tanto, utilizamos nossa imaginação, nossa mente criativa, para encontrar uma saída, ou produzir uma. O homem tem o impulso de criar desde os primórdios, e esse impulso é alimentado pela necessidade. O segundo elemento, a outra força motriz, o que é? Eu lhes respondo: a curiosidade. A vontade, a necessidade praticamente inata de saber como algo funciona, de saber se fazer algo de determinado modo gera mais eficácia do que de outro, de buscar entender. Nossa imaginação borbulha sempre que tentamos compreender o mundo, aquilo que nos cerca.
E para que ela serve? Além dos motivos acima citados (ultrapassar obstáculos e entender o cosmos - desde a escala micro até a macro) a imaginação nos confere, além de tudo, uma capacidade fundamental: a de projetar e prever cenários. Com uma mente fértil, somos capazes de imaginar a reação de pessoas, o desenrolar de acontecimentos, o resutado de eventos de chance. Mais uma vez o conhecimento prova-se um valoroso aliado, pois ao conhecermos as pessoas, ao analogarmos os acontecimentos com outros anteriores e ao sabermos quais são os possíveis resultados de um evento, nossa produtividade imaginativa aumenta consideravelmente. É preciso que para que projetemos cenários sejamos realistas, mas contemplemos o impossível, sejamos metódicos, mas valendo-nos do caos, sejamos óbvios, esperando também sermos imprevisíveis.
Dito isto, como ignorar o garoto do primário que desenhou o monstro mais feio da sala? Como relevar o estudante que fez a pergunta mais absurda, e ao mesmo tempo mais capciosa? Como esperar que quando um homem olhe para o céu, sua mente não fervilhe tentando abstrair aquilo que ele ainda não consegue compreender? A imaginação, que projeta cenários, que entende o mundo e que destrói entraves, esta imaginação que é pouco valorizada. O gênio criativo não é incentivado na sociedade em que todos buscam se encaixar em um perfil pré-determinado, para que possa ser aceito. A inventividade é menosprezada. O homem consegue expurgar até mesmo o que o concebeu.
Antes de falar sobre o que gera imagnação, devemos falar sobre um elemento que a potencializa: o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais ideias, artimanhas, articulações o homem é capaz de gerar a partir de sua imaginação, de sua fantasia. Isto é simples de explicar porquê: quanto maior o nosso conhecimento, maior o número de elementos e situações que temos a disposição, maior o número de exemplos anteriores que conhecemos, e portanto maior a chance de conjugarmos isso tudo em único cenário de produção imaginativo e obtermos um resultado. Alguém que conhece o princípio da alavanca seria capaz de idealizar uma alavanca hidraúlica, ao passo que alguém sem esse conhecimento teria maior dificuldade de idealizar o mesmo processo, pois teria que por si só também desvendar o princípio da alavanca.
Agora podemos nos indagar: o que gera imaginação? Basicamente dois elementos: um deles, sem dúvida, é o desafio. Quando nos sentimos desafiados, provocados, contrariados, sentimos também o impulso de superarmos tal obstáculo, de obliterarmos tal barreira. E, para tanto, utilizamos nossa imaginação, nossa mente criativa, para encontrar uma saída, ou produzir uma. O homem tem o impulso de criar desde os primórdios, e esse impulso é alimentado pela necessidade. O segundo elemento, a outra força motriz, o que é? Eu lhes respondo: a curiosidade. A vontade, a necessidade praticamente inata de saber como algo funciona, de saber se fazer algo de determinado modo gera mais eficácia do que de outro, de buscar entender. Nossa imaginação borbulha sempre que tentamos compreender o mundo, aquilo que nos cerca.
E para que ela serve? Além dos motivos acima citados (ultrapassar obstáculos e entender o cosmos - desde a escala micro até a macro) a imaginação nos confere, além de tudo, uma capacidade fundamental: a de projetar e prever cenários. Com uma mente fértil, somos capazes de imaginar a reação de pessoas, o desenrolar de acontecimentos, o resutado de eventos de chance. Mais uma vez o conhecimento prova-se um valoroso aliado, pois ao conhecermos as pessoas, ao analogarmos os acontecimentos com outros anteriores e ao sabermos quais são os possíveis resultados de um evento, nossa produtividade imaginativa aumenta consideravelmente. É preciso que para que projetemos cenários sejamos realistas, mas contemplemos o impossível, sejamos metódicos, mas valendo-nos do caos, sejamos óbvios, esperando também sermos imprevisíveis.
Dito isto, como ignorar o garoto do primário que desenhou o monstro mais feio da sala? Como relevar o estudante que fez a pergunta mais absurda, e ao mesmo tempo mais capciosa? Como esperar que quando um homem olhe para o céu, sua mente não fervilhe tentando abstrair aquilo que ele ainda não consegue compreender? A imaginação, que projeta cenários, que entende o mundo e que destrói entraves, esta imaginação que é pouco valorizada. O gênio criativo não é incentivado na sociedade em que todos buscam se encaixar em um perfil pré-determinado, para que possa ser aceito. A inventividade é menosprezada. O homem consegue expurgar até mesmo o que o concebeu.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Aprimorar (filosofia)
O ser humano tem, pelo menos, duas graças em sua vida: uma seria a capacidade diferenciada de aprender. Pois, diferentemente dos outros animais, o homem consegue aprender e desenvolver um raciocínio complexo através da lógica e do bom senso. A outra seria a possibilidade de passar a vida inteira aprendendo. Um é um dom, digamos assim, o outro uma escolha. Pena que essa escolha seja desprezada inteiramente nos dias de hoje.
Como seres humanos, deveríamos buscar sempre a melhora, o aprimoramento. Isto é, temos a chance de aprendermos o que quisermos e quanto quisermos ao longo de nossa vida, mas ao invés disso somos muito preguiçosos ou desinteressados para explorar nosso verdadeiro potencial. E isso começa cedo. Desde novos, já é costume de muitos associar "estudo" com "chateação", "inutilidade". Tamanho absurdo é tão inconcebível que chego ao ponto de me calar mediante essa colocação. Nós vivemos em uma época privilegiada, em que conhecimento, antes um bem precioso, é agora acessível a todos. E após séculos de espera por esse momento, jogamos tudo ao vento, pois o "esforço não vale o ganho" (outro absurdo).
Não há algo mais medíocre na Terra do que o homem ignorante. Me desculpem, deixe-me corrigir: não há nada mais medíocre do que o homem que não busca se tornar menos ignorante. Estudo é uma forma de se conhecer e entender uma pequena fração de tudo que nos cerca e nos compõe. Não só o estudo acadêmico, mas o estudo musical, o estudo artístico, o estudo literário, etc. O mundo é cercado de maravilhas feitas pela natureza e pelo próprio homem, mas o que se vê é o homem ignorando seu passado de busca por conhecimento em detrimento de uma vida vazia.
Somos um cântaro de argila, e o que nos preenche é o conhecimento. Se não o possuímos devemos buscá-lo, pois de outra forma somos inúteis no sentido mais literal da palavra. Eu já disse uma vez que somos a consciência do Universo. Pois bem, como poderemos o sê-lo, se não buscarmos constantemente uma maior compreensão sobre ele? O homem deve sempre tentar progredir, no sentido de acumular mais conhecimento, pois a busca pelo saber é a chama incandescente que brilha no coração dos homens e que irradia sua luz para todos os outros a sua volta. Sem saber, somos uma pira apagada, um cântaro vazio.
Busquemos o conhecimento, o aprimoramento, o saber. Sejamos tão bons ou ainda melhores do que aqueles que vieram antes de nós e que também o fizeram. Não consigo imaginar melhor sentido para vida do que aproveitá-la e tentar compreendê-la.
Como seres humanos, deveríamos buscar sempre a melhora, o aprimoramento. Isto é, temos a chance de aprendermos o que quisermos e quanto quisermos ao longo de nossa vida, mas ao invés disso somos muito preguiçosos ou desinteressados para explorar nosso verdadeiro potencial. E isso começa cedo. Desde novos, já é costume de muitos associar "estudo" com "chateação", "inutilidade". Tamanho absurdo é tão inconcebível que chego ao ponto de me calar mediante essa colocação. Nós vivemos em uma época privilegiada, em que conhecimento, antes um bem precioso, é agora acessível a todos. E após séculos de espera por esse momento, jogamos tudo ao vento, pois o "esforço não vale o ganho" (outro absurdo).
Não há algo mais medíocre na Terra do que o homem ignorante. Me desculpem, deixe-me corrigir: não há nada mais medíocre do que o homem que não busca se tornar menos ignorante. Estudo é uma forma de se conhecer e entender uma pequena fração de tudo que nos cerca e nos compõe. Não só o estudo acadêmico, mas o estudo musical, o estudo artístico, o estudo literário, etc. O mundo é cercado de maravilhas feitas pela natureza e pelo próprio homem, mas o que se vê é o homem ignorando seu passado de busca por conhecimento em detrimento de uma vida vazia.
Somos um cântaro de argila, e o que nos preenche é o conhecimento. Se não o possuímos devemos buscá-lo, pois de outra forma somos inúteis no sentido mais literal da palavra. Eu já disse uma vez que somos a consciência do Universo. Pois bem, como poderemos o sê-lo, se não buscarmos constantemente uma maior compreensão sobre ele? O homem deve sempre tentar progredir, no sentido de acumular mais conhecimento, pois a busca pelo saber é a chama incandescente que brilha no coração dos homens e que irradia sua luz para todos os outros a sua volta. Sem saber, somos uma pira apagada, um cântaro vazio.
Busquemos o conhecimento, o aprimoramento, o saber. Sejamos tão bons ou ainda melhores do que aqueles que vieram antes de nós e que também o fizeram. Não consigo imaginar melhor sentido para vida do que aproveitá-la e tentar compreendê-la.
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