Este post se dedica àquelas pessoas que mudaram os rumos da história: os anônimos. Sim, pois apesar de que temos conhecimento de muitas pessoas com papéis cruciais na mudança do rumo da história, eu me arrisco a dizer que há um número ainda maior de pessoas tão importantes quanto que, por algum motivo desconhecido, não foram contempladas com o maior mérito que um ser humano pode receber (no meu ponto de vista): ser conhecido através da história.
E este anonimato não está presente só na ciência, ou só na filosofia, ou só na literatura, ou nos registros de guerra, etc. Ele está presente em tudo isso e muito mais. Quantos que tiveram um papel tão revolucionário quanto Einstein, Darwin, Mendel, Nabucodonosor, Alexandre Magno, Ghandi, Madre Teresa de Calcutá, Pascal, Santo Agostinho, Machado de Assis, Amélia Earthart, Olavo Bilac, Sócrates, Aníbal, Platão, Júlio César, Aristóteles, Leonardo Da Vinci, Átila, Conan Doyle, Newton, Clarice Lispector, Santos Dumont, Rafael, Michelângelo, Hipócrates, Avicena, Bohr, Karl Marx, Lênin, Heisenberg, etc. Não se tem conhecimento?
Eu poderia levar um mês listando nomes de pessoas as quais se tem o conhecimento de sua importância na mudança do mundo. Mas eu levaria cem anos para listar, caso soubesse, o nome de todos os anônimos que tiveram semelhante importância. Aqueles cujos papéis são fundamentais, as rochas matrizes que formam a grande fortaleza conhecida como "história da humanidade". Talvez um soldado de guerra que conseguiu achar a base do inimigo e deu a vitória ao seu lado, um assistente de cientista famoso que teve uma ideia genial para resolver um problema que se encontrava no experimento, um médico que salvou centenas de vidas e que possa ter descoberto medicamentos melhores e mais eficazes, enfim, as possibilidades são infinitas.
Mas a glória de se tornar memorável é destinada a poucos. Sobreviver por incontáveis gerações na grande consciência da humanidade é uma tarefa épica. Relembrando o que foi brilhantemente colocado no filme "O Gladiador": "O que fazemos em vida, ecoa na eternidade". Mas, infelizmente, nem todos serão lembrados por seus feitos.
Por isso eu dedico esse post a todos aqueles que lutaram, escreveram, leram, idealizaram, deduziram e, com isso, contribuiram para que o mundo se tornasse o que ele é hoje. Talvez sem vocês, anônimos, eu não estivesse aqui. Nem você leitor. Nunca se sabe.
Meus mais sinceros e merecidos parabéns, sejam quem vocês tenham sido, sei que deram o seu melhor.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Frases que marcam - V
"Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar. Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender."
- Blaise Pascal (1623-1662), físico, matemático, filósofo moralista e teólogo francês. Estudou a mecânica dos fluidos, pressão e vácuo, estudou o método científico, estabeleceu 32 proposições geométricas, destacou-se como teólogo racionalista e irracionalista, enfim... Ele foi o cara, pesquisem e descobrirão, nem um post inteiro cobriria todas as suas obras.
- Blaise Pascal (1623-1662), físico, matemático, filósofo moralista e teólogo francês. Estudou a mecânica dos fluidos, pressão e vácuo, estudou o método científico, estabeleceu 32 proposições geométricas, destacou-se como teólogo racionalista e irracionalista, enfim... Ele foi o cara, pesquisem e descobrirão, nem um post inteiro cobriria todas as suas obras.
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Quem somos nós? (filosofia)
Uma pergunta que a humanidade se faz desde que se considera a humanidade. Quem somos nós? Por que estamos aqui? Qual a nossa importância?
Veja bem, essa é uma pergunta que gera centenas de respostas com centenas de origens diferentes. Eu não sou prepotente a ponto de crer que a resposta que darei aqui é a correta (pensando bem, sou sim...), mas espero que vocês a compreendam e julguem da melhor maneira possível. Esse, diga-se de passagem, não é um ponto de vista exclusivamente meu, leiam o livro "criação imperfeita" de Marcelo Glaiser e verão que temos o mesmo ponto.
A filosofia, a ciência e a religião batalham por uma resposta. Como esta é uma filosofia minha, saibam que o que direi aqui não será cientificamente comprovável, mas também não será retirado do nada, terá uma lógica racional.
O que você se considera leitor? Um produto da Obra Divina? Pois bem. Ótimo. Pare de ler agora. Eu mandei parar. Por que está continuando? Quer uma explicação, é isso? A explicação é simples: a fé basta por si mesma. E eu respeito isso, tanto respeito que eu mesmo creio em Deus, mas ao meu jeito de crer.
Mas você não crê em Deus. Ou ao menos não tem opinião formada. Ótimo, peguemos a pior opinião: você pensa que somos amebas no universo. Que nossa existência é ridícula em relação ao tempo do Universo, que nossas obras não são impactantes para ele, que sequer fazemos alguma diferença nele. Talvez até creia que surgimos ao acaso. Um mero acidente químico e biológico que resultou em nós, os organismos mais convencidos do Universo, por acharem que ele gira em torno de nós.
Agora eu lhe digo: se surgimos ao acaso, não somos impactantes e vivemos pouquíssimo, quer dizer que não somos especiais? Jamais. Leitor cético, olhe para o espelho e repita 10 vezes "eu sou a consciência do universo". Já parou para pensar que é você quem pensa pelo universo? Você, ou melhor, todos nós humanos, somos a metafísica do universo, pois nós pensamos por ele, para ele e sobre ele. Sem nós, o universo seria inerte (isso supondo o nosso universo conhecido, onde ainda não foi encontrada vida inteligente fora daqui).
O que acha leitor: pergunta-se "quem somos nós?", responde-se "Independente de qualquer outra coisa que possamos ser, somos 'o meio pelo qual o Universo entende a si mesmo'". Isso não é fantástico? Isso não nos torna únicos? Especias? Se não torna, não sei o que tornará. Nós temos a tarefa mais nobre da galáxia: pensar. E é por isso leitor, que eu sou especial, que você é especial, que todos somos especiais. Pense nisso.
Veja bem, essa é uma pergunta que gera centenas de respostas com centenas de origens diferentes. Eu não sou prepotente a ponto de crer que a resposta que darei aqui é a correta (pensando bem, sou sim...), mas espero que vocês a compreendam e julguem da melhor maneira possível. Esse, diga-se de passagem, não é um ponto de vista exclusivamente meu, leiam o livro "criação imperfeita" de Marcelo Glaiser e verão que temos o mesmo ponto.
A filosofia, a ciência e a religião batalham por uma resposta. Como esta é uma filosofia minha, saibam que o que direi aqui não será cientificamente comprovável, mas também não será retirado do nada, terá uma lógica racional.
O que você se considera leitor? Um produto da Obra Divina? Pois bem. Ótimo. Pare de ler agora. Eu mandei parar. Por que está continuando? Quer uma explicação, é isso? A explicação é simples: a fé basta por si mesma. E eu respeito isso, tanto respeito que eu mesmo creio em Deus, mas ao meu jeito de crer.
Mas você não crê em Deus. Ou ao menos não tem opinião formada. Ótimo, peguemos a pior opinião: você pensa que somos amebas no universo. Que nossa existência é ridícula em relação ao tempo do Universo, que nossas obras não são impactantes para ele, que sequer fazemos alguma diferença nele. Talvez até creia que surgimos ao acaso. Um mero acidente químico e biológico que resultou em nós, os organismos mais convencidos do Universo, por acharem que ele gira em torno de nós.
Agora eu lhe digo: se surgimos ao acaso, não somos impactantes e vivemos pouquíssimo, quer dizer que não somos especiais? Jamais. Leitor cético, olhe para o espelho e repita 10 vezes "eu sou a consciência do universo". Já parou para pensar que é você quem pensa pelo universo? Você, ou melhor, todos nós humanos, somos a metafísica do universo, pois nós pensamos por ele, para ele e sobre ele. Sem nós, o universo seria inerte (isso supondo o nosso universo conhecido, onde ainda não foi encontrada vida inteligente fora daqui).
O que acha leitor: pergunta-se "quem somos nós?", responde-se "Independente de qualquer outra coisa que possamos ser, somos 'o meio pelo qual o Universo entende a si mesmo'". Isso não é fantástico? Isso não nos torna únicos? Especias? Se não torna, não sei o que tornará. Nós temos a tarefa mais nobre da galáxia: pensar. E é por isso leitor, que eu sou especial, que você é especial, que todos somos especiais. Pense nisso.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
A relativização das coisas
Lembro-me de no meu post "banalização musical" ter comentado, logo no início, sobre algo que vem se fazendo muito ultimamente: a relativização da argumentação do outro, mesmo que essa seja baseada na razão, a pretexto de que tudo que ele disser será apenas uma expressão de sua opinião pessoal, portanto irracionalizável para um grupo ou para o todo e que faz sentido apenas a ele.
Esse é um dos subterfúgios de argumentação mais medíocres que existem e que permeiam a face da terra. Se alguém expressa um raciociocínio lógico, coerente, objetivo, e este é subjetivado nas mãos de outrem somente por se inferir que há componentes psicológicos que são a base formadora da argumentação, sem ao menos se preocupar em avaliar a própria, eu tenho para mim que tal pessoa é um péssimo argumentador, ou um excelente enrolador, ou mesmo (o que penso se mais apropriado) um covarde.
A argumentação de que tudo é subjetivo e de que nada que se diga foi dito sem uma relativização extremamente pessoal do orador já é contraditória em si mesma. Facilitando: ao afirmar que "tudo é relativo" a própria frase recai sobre si mesma, e esta, podendo ser relativa, demonstra que seria possível existir coisas não relativas, falseando-a. Agora, se tudo é relativo com exceção dela, de onde veio tal pensamento objetivo que pôde propor isso? Se tudo que pensamos é relativo, qual foi o método utilizado para chegar a conclusão OBJETIVA de que "tudo é relativo"?
Ademais, a relativização de tudo vem desqualificar a razão como forma de se ver o mundo, visto que ela mesma seria parcial e, portanto, não objetiva. Entretanto, caso se afirme que há uma razão universal, mas que não podemos atingi-la, volto a perguntar: de que forma esta constatação foi feita, visto que ela mesma poderia ser considerada relativa?
Não estou querendo dizer que algo desenvolvido racionalmente não possa ser constestado, nem que várias coisas que façamos e que dissemos não possuam influência psicológica, social e ética. Mas a razão está aí justamente para derrubar agurmentos mal estruturados, questionar a si mesma, e para que possamos separar de forma sábia o que vem nos influenciando e que nos faz tomar uma atitude subjetiva. Mas a existência desses fatos de forma alguma desqualifica a razão como única e universal, e que permite que cheguemos a conclusões objetivas sobre diversas "opiniões"a fim de verificar qual é a racional e qual é a meramente subjetiva.
Ou seja, quando alguém disser para você, leitor, que aquela discussão não faz sentido, visto que tudo não passa de um confrontamento de opiniões, diga a ele que a razão independe da opinião de ambos e que, por meio desta, você pode demonstrar através da sua opinião racional porque a opinião dele é equivocada acerca do que quer você esteja discordando dele. Se ele relativizar e disser que isso é apenas a sua opinião a respeito daquilo, rebata: "e esta também não seria apenas a sua opinião em relação a isso? Portanto cale-se, pois você está caindo em contradição. Me deixe demonstrar o porquê de você estar errado" (claro, no calor da discussão você não usará de todos estes eufemismos - hehe).
Esse é um dos subterfúgios de argumentação mais medíocres que existem e que permeiam a face da terra. Se alguém expressa um raciociocínio lógico, coerente, objetivo, e este é subjetivado nas mãos de outrem somente por se inferir que há componentes psicológicos que são a base formadora da argumentação, sem ao menos se preocupar em avaliar a própria, eu tenho para mim que tal pessoa é um péssimo argumentador, ou um excelente enrolador, ou mesmo (o que penso se mais apropriado) um covarde.
A argumentação de que tudo é subjetivo e de que nada que se diga foi dito sem uma relativização extremamente pessoal do orador já é contraditória em si mesma. Facilitando: ao afirmar que "tudo é relativo" a própria frase recai sobre si mesma, e esta, podendo ser relativa, demonstra que seria possível existir coisas não relativas, falseando-a. Agora, se tudo é relativo com exceção dela, de onde veio tal pensamento objetivo que pôde propor isso? Se tudo que pensamos é relativo, qual foi o método utilizado para chegar a conclusão OBJETIVA de que "tudo é relativo"?
Ademais, a relativização de tudo vem desqualificar a razão como forma de se ver o mundo, visto que ela mesma seria parcial e, portanto, não objetiva. Entretanto, caso se afirme que há uma razão universal, mas que não podemos atingi-la, volto a perguntar: de que forma esta constatação foi feita, visto que ela mesma poderia ser considerada relativa?
Não estou querendo dizer que algo desenvolvido racionalmente não possa ser constestado, nem que várias coisas que façamos e que dissemos não possuam influência psicológica, social e ética. Mas a razão está aí justamente para derrubar agurmentos mal estruturados, questionar a si mesma, e para que possamos separar de forma sábia o que vem nos influenciando e que nos faz tomar uma atitude subjetiva. Mas a existência desses fatos de forma alguma desqualifica a razão como única e universal, e que permite que cheguemos a conclusões objetivas sobre diversas "opiniões"a fim de verificar qual é a racional e qual é a meramente subjetiva.
Ou seja, quando alguém disser para você, leitor, que aquela discussão não faz sentido, visto que tudo não passa de um confrontamento de opiniões, diga a ele que a razão independe da opinião de ambos e que, por meio desta, você pode demonstrar através da sua opinião racional porque a opinião dele é equivocada acerca do que quer você esteja discordando dele. Se ele relativizar e disser que isso é apenas a sua opinião a respeito daquilo, rebata: "e esta também não seria apenas a sua opinião em relação a isso? Portanto cale-se, pois você está caindo em contradição. Me deixe demonstrar o porquê de você estar errado" (claro, no calor da discussão você não usará de todos estes eufemismos - hehe).
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relativizar só em casos culturais
quinta-feira, 1 de abril de 2010
1 de abril
Rá!! Peguei vocês, postagem de mentira.
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post idiota
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