Nesse músicas inesquecíveis, vou mostrar duas versões de uma música muito legal.
Em 1946:
Em 2009:
I've got you under my skin - Cole Porter (cantada por Frank Sinatra no primeiro vídeo e por Michael C. Hall no segundo)
I've got you under my skin.
I've got you deep in the heart of me.
So deep in my heart that you're really a part of me.
I've got you under my skin.
I'd tried so not to give in.
I said to myself: this affair never will go so well.
But why should I try to resist when, baby, I know so well
I've got you under my skin?
I'd sacrifice anything come what might
For the sake of havin' you near
In spite of a warnin' voice that comes in the night
And repeats, repeats in my ear:
Don't you know, little fool, you never can win?
Use your mentality, wake up to reality.
But each time that I do just the thought of you
Makes me stop before I begin
'Cause I've got you under my skin.
I would sacrifice anything come what might
For the sake of havin' you near
In spite of the warning voice that comes in the night
And repeats - how it yells in my ear:
Don't you know, little fool, you never can win?
Why not use your mentality - step up, wake up to reality?
But each time I do just the thought of you
Makes me stop just before I begin
'Cause I've got you under my skin.
Yes, I've got you under my skin.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Tlec Tlec Tlec
(conversa de msn)
- Eaew
- ...
- Fala aew mano, como é que você tá?
- ...
- Cara, sou eu, Marcos. Não lembra de mim? A gente se falou há uma semana!
- *o outro participante parece estar offline*
É pessoal, é assim que conversas de msn se dão hoje em dia. Não, não estou falando daquelas pessoas que estão na sua categoria "amigos do peito" que falam contigo sobre as futilidades do dia-a-dia. Estou falando sobre os outros 97% do seu msn, que estão divididos nas mais variadas categorias, desde "inimigos mortais" até "colegas de birita". Se você tentar conversar com eles, é bem possível que aconteça isso aí.
Okay, primeira pergunta: por que diabos você deixa no msn alguém com quem você não quer falar? Se você não suporta ver alguém da velha guarda puxando assunto com você de repente, o mínimo que você deveria fazer era bloquear a pessoa e pronto. Todos viveriam felizes para sempre. Eu diria que somente UMA vez fiquei chateado porque alguém que não falava comigo há muito tempo veio puxar conversa. E isso porque eu estava num dia ruim.
Segunda pergunta: dá muito trabalho conversar com alguém que você já teve contato? Não, é sério, dá tanto trabalho assim? Você deve se esforçar pra falar com a tia da padoca que faz seu café da manhã todo dia. Ou com os caras da academia que puxam assunto sobre futebol. Ou com os vendedores de lojas que querem te empurrar os produtos. O que custa falar com alguém que, em algum momento da sua vida, você já teve contato? Pelo menos UM assunto vocês vão ter em comum. Pelo menos um. Bem melhor do que tá esperando o ônibus na parada há 30 min e comentar "tá quente né?" pra ver se alguém compra sua conversa.
Terceira pergunta: se você é um motherfucker anti-social, POR QUE CRIOU UM MSN? Acho que não tem pra que explicar o raciocínio dessa última pergunta.
Dizem que a internet aproxima pessoas. Bullshit. Se você ficasse mais tempo sem falar com os desconhecidos que você não fala, vocês teriam MUITO mais assunto quando se reencontrassem (óbvio, considerando que vocês eram pelo menos colegas antes). Duvida? Pense assim: sem o contato via internet, o acúmulo de novidades seria maior, e a sensação de "puxa, há quanto tempo não vejo esse cara" também. Você pode até negar, mas no fundo vai admitir que as pessoas com quem você fala mais no msn são aquelas que você vê todos os dias. Não adianta. A internet não aproximou as pessoas distantes, apenas as tornou ignoráveis.
Portanto, se não for um grande sacrifício, faça um esforço para falar com aquele desconhecido que puxou assunto com você. Mesmo que ele não tenha sido o seu amigo de peito no passado. Quem sabe ele não pode vir a ser agora? Grande sacrifício esse hein?
P.S.: Se você já faz isso, parabéns. Continue assim.
- Eaew
- ...
- Fala aew mano, como é que você tá?
- ...
- Cara, sou eu, Marcos. Não lembra de mim? A gente se falou há uma semana!
- *o outro participante parece estar offline*
É pessoal, é assim que conversas de msn se dão hoje em dia. Não, não estou falando daquelas pessoas que estão na sua categoria "amigos do peito" que falam contigo sobre as futilidades do dia-a-dia. Estou falando sobre os outros 97% do seu msn, que estão divididos nas mais variadas categorias, desde "inimigos mortais" até "colegas de birita". Se você tentar conversar com eles, é bem possível que aconteça isso aí.
Okay, primeira pergunta: por que diabos você deixa no msn alguém com quem você não quer falar? Se você não suporta ver alguém da velha guarda puxando assunto com você de repente, o mínimo que você deveria fazer era bloquear a pessoa e pronto. Todos viveriam felizes para sempre. Eu diria que somente UMA vez fiquei chateado porque alguém que não falava comigo há muito tempo veio puxar conversa. E isso porque eu estava num dia ruim.
Segunda pergunta: dá muito trabalho conversar com alguém que você já teve contato? Não, é sério, dá tanto trabalho assim? Você deve se esforçar pra falar com a tia da padoca que faz seu café da manhã todo dia. Ou com os caras da academia que puxam assunto sobre futebol. Ou com os vendedores de lojas que querem te empurrar os produtos. O que custa falar com alguém que, em algum momento da sua vida, você já teve contato? Pelo menos UM assunto vocês vão ter em comum. Pelo menos um. Bem melhor do que tá esperando o ônibus na parada há 30 min e comentar "tá quente né?" pra ver se alguém compra sua conversa.
Terceira pergunta: se você é um motherfucker anti-social, POR QUE CRIOU UM MSN? Acho que não tem pra que explicar o raciocínio dessa última pergunta.
Dizem que a internet aproxima pessoas. Bullshit. Se você ficasse mais tempo sem falar com os desconhecidos que você não fala, vocês teriam MUITO mais assunto quando se reencontrassem (óbvio, considerando que vocês eram pelo menos colegas antes). Duvida? Pense assim: sem o contato via internet, o acúmulo de novidades seria maior, e a sensação de "puxa, há quanto tempo não vejo esse cara" também. Você pode até negar, mas no fundo vai admitir que as pessoas com quem você fala mais no msn são aquelas que você vê todos os dias. Não adianta. A internet não aproximou as pessoas distantes, apenas as tornou ignoráveis.
Portanto, se não for um grande sacrifício, faça um esforço para falar com aquele desconhecido que puxou assunto com você. Mesmo que ele não tenha sido o seu amigo de peito no passado. Quem sabe ele não pode vir a ser agora? Grande sacrifício esse hein?
P.S.: Se você já faz isso, parabéns. Continue assim.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Ashes (filosofia)
(A partir de hoje, estou de volta a ativa)
Cinzas. Pode parecer dramático, mas é tudo o que sobra no final. Ao ver uma fogueira queimando, nos deparamos com o esplendor do fogo, consumindo tudo a sua volta com fome destruidora. Não dura muito até que, da chama incandescente e acolhedora, restem apenas cinzas.
É o mesmo para tudo mais na vida. Amores, amizades, momentos de alegria, de ternura. Toda chama queima no calor do momento e das relações humanas, mas o tempo não demora até extirpar-lá, e então tudo vira cinzas.
Talvez devessemos nos perguntar por que precisa ser assim. Por que tudo deve acabar um dia? Ainda metaforizando como o fogo, por que a chama deve se apagar? Olhando melhor para o fogo, é fácil ver que ele já foi usado tanto para o bem quanto para o mal. Sua chama é ao mesmo tempo protetora e destruidora, aquecedora e carbonizadora. Tudo depende da medida com que utilizamos, mas, independente da quantidade usada, ela acabará.
Talvez então, seja assim mesmo. Após a incessante busca pelo equilíbrio, tudo aquilo pelo que lutamos e buscamos, acaba. Simplesmente acaba. Não estou me resumindo as relações humanas leitor, espero que você também compreenda a extensão da metáfora: todo o seu legado aqui na terra, acabará. Todos os feitos que você realizou, possivelmente serão esquecidos. O próprio Universo, em um período incomensurável para nossa mente, virará um grande vazio cósmico.
Talvez você seja religioso leitor, e considere nossa vida aqui uma passagem. Nada disso o impede de ver que o que estou falando aqui é verdade. Sua presença, ao menos nesse mundo, terminará.
Então... O que fazemos agora? Simples: terminamos a metáfora. O fogo queima, se extingue, e vem as cinzas. Mas as cinzas não são o fim. Mesmo a mais carbonizada das cinzas, ainda pode conter uma brasa incandescente que, com o local apropriado, recomeçará a queima da chama novamente.
Espero que, nesse ponto leitor, você tenha compreendido o que eu quero dizer. Tudo vira cinzas. Mas as cinzas não são o fim. Elas são o passo necessário para o recomeço. Elas carregam a brasa que irá queimar novamente. Não tem a fênix, a capacidade de renascer das cinzas, só para começar a crescer de novo? Não tem o homem, a certeza que seu legado irá acabar, mas apenas porque outros irão herdá-lo e carregá-los agora como se fosse seu?
Tudo acaba. Mas isso não quer dizer que de fato acabou. Seus filhos irão carregar consigo a brasa da sua vontade, que nas mãos dele poderá se tornar uma nova chama. O universo acabará, mas, até onde se sabe, ele surgiu do nada. O que o impede de fazê-lo de novo? Não há fins meus amigos. Há apenas novos começos.

"We are ashes, and to ashes we shall return, and from ashes we shall reborn"
Cinzas. Pode parecer dramático, mas é tudo o que sobra no final. Ao ver uma fogueira queimando, nos deparamos com o esplendor do fogo, consumindo tudo a sua volta com fome destruidora. Não dura muito até que, da chama incandescente e acolhedora, restem apenas cinzas.
É o mesmo para tudo mais na vida. Amores, amizades, momentos de alegria, de ternura. Toda chama queima no calor do momento e das relações humanas, mas o tempo não demora até extirpar-lá, e então tudo vira cinzas.
Talvez devessemos nos perguntar por que precisa ser assim. Por que tudo deve acabar um dia? Ainda metaforizando como o fogo, por que a chama deve se apagar? Olhando melhor para o fogo, é fácil ver que ele já foi usado tanto para o bem quanto para o mal. Sua chama é ao mesmo tempo protetora e destruidora, aquecedora e carbonizadora. Tudo depende da medida com que utilizamos, mas, independente da quantidade usada, ela acabará.
Talvez então, seja assim mesmo. Após a incessante busca pelo equilíbrio, tudo aquilo pelo que lutamos e buscamos, acaba. Simplesmente acaba. Não estou me resumindo as relações humanas leitor, espero que você também compreenda a extensão da metáfora: todo o seu legado aqui na terra, acabará. Todos os feitos que você realizou, possivelmente serão esquecidos. O próprio Universo, em um período incomensurável para nossa mente, virará um grande vazio cósmico.
Talvez você seja religioso leitor, e considere nossa vida aqui uma passagem. Nada disso o impede de ver que o que estou falando aqui é verdade. Sua presença, ao menos nesse mundo, terminará.
Então... O que fazemos agora? Simples: terminamos a metáfora. O fogo queima, se extingue, e vem as cinzas. Mas as cinzas não são o fim. Mesmo a mais carbonizada das cinzas, ainda pode conter uma brasa incandescente que, com o local apropriado, recomeçará a queima da chama novamente.
Espero que, nesse ponto leitor, você tenha compreendido o que eu quero dizer. Tudo vira cinzas. Mas as cinzas não são o fim. Elas são o passo necessário para o recomeço. Elas carregam a brasa que irá queimar novamente. Não tem a fênix, a capacidade de renascer das cinzas, só para começar a crescer de novo? Não tem o homem, a certeza que seu legado irá acabar, mas apenas porque outros irão herdá-lo e carregá-los agora como se fosse seu?
Tudo acaba. Mas isso não quer dizer que de fato acabou. Seus filhos irão carregar consigo a brasa da sua vontade, que nas mãos dele poderá se tornar uma nova chama. O universo acabará, mas, até onde se sabe, ele surgiu do nada. O que o impede de fazê-lo de novo? Não há fins meus amigos. Há apenas novos começos.

"We are ashes, and to ashes we shall return, and from ashes we shall reborn"
domingo, 28 de novembro de 2010
Quando não se quer filosofar
Eu tenho estado ausente. Não é crise de identidade, não é crise de existência nem nada. Simplesmente estou sem tempo. Minha vida anda cheia, complicada, como sempre fica no fim de ano. E quando eu penso que devia me dedicar a meu blog eu estou cansado, desinteressado ou mesmo não estou.
Chega um momento na vida de todo mundo que ele questiona suas atitudes. Algo como "será que o que eu faço é certo?", ou "será que é isso que eu quero fazer?". Idem para mim nesse momento. Eu filosofo tão e somente sobre questões variadas e muitas vezes de pouco interesse as pessoas. Eu mesmo canso de filosofar.
Quando olho esse blog, e vejo o quanto já escrevi, sinto-me em parte feliz. Tem muitos posts que eu não gosto, muitos que eu poderia melhorar e muitos mesmo que eu não concordo (ou não concordo mais). Mas sinto que a satisfação de filosofar, de pensar um assunto pela minha perspectiva, está me cansando. O esforço aparentemente não vale a recompensa. Mas é isso o que sempre dizemos.
Como eu disse no meu primeiro post, isso aqui é uma tentativa. Uma tentativa de mostrar o meu jeito de pensar para as pessoas que querem lê-lo. Toda tentativa tem a chance de falhar. O insucesso é consequência da chance.
Apesar disso tudo, eu ainda não desisti. É óbvio que não. Sou persistente demais para desistir de minhas metas. Eu gosto desse blog, e eu gosto do que faço com ele. Então esse post é só pra avisar que está tudo bem, que eu estou ocupado e é por isso que não estou postando. Tudo vai se normalizar em dezembro (lembrando que janeiro é mês de férias do blog, então não postarei nada).
Abraços a todos que leem isso aqui. I'll be back soon.
Chega um momento na vida de todo mundo que ele questiona suas atitudes. Algo como "será que o que eu faço é certo?", ou "será que é isso que eu quero fazer?". Idem para mim nesse momento. Eu filosofo tão e somente sobre questões variadas e muitas vezes de pouco interesse as pessoas. Eu mesmo canso de filosofar.
Quando olho esse blog, e vejo o quanto já escrevi, sinto-me em parte feliz. Tem muitos posts que eu não gosto, muitos que eu poderia melhorar e muitos mesmo que eu não concordo (ou não concordo mais). Mas sinto que a satisfação de filosofar, de pensar um assunto pela minha perspectiva, está me cansando. O esforço aparentemente não vale a recompensa. Mas é isso o que sempre dizemos.
Como eu disse no meu primeiro post, isso aqui é uma tentativa. Uma tentativa de mostrar o meu jeito de pensar para as pessoas que querem lê-lo. Toda tentativa tem a chance de falhar. O insucesso é consequência da chance.
Apesar disso tudo, eu ainda não desisti. É óbvio que não. Sou persistente demais para desistir de minhas metas. Eu gosto desse blog, e eu gosto do que faço com ele. Então esse post é só pra avisar que está tudo bem, que eu estou ocupado e é por isso que não estou postando. Tudo vai se normalizar em dezembro (lembrando que janeiro é mês de férias do blog, então não postarei nada).
Abraços a todos que leem isso aqui. I'll be back soon.
domingo, 14 de novembro de 2010
Entre mundos (filosofia)
Aconselho a todos aqueles que nunca tentaram essa experiência, tentarem: deitem em suas camas a tarde quando estiverem com sono, mas se esforcem para não ficarem completamente desmaiados. Comecem a pensar sobre alguma coisa. Qualquer coisa. Se, por algum motivo, vocês deviarem do que estavam pensando pra pensar em outra coisa, ótimo. Significa que está funcionando. É possível que, dentro em breve, você comece a "sonhar acordado".
Não quero dizer sonhar acordado no sentido de ficar devaneando sobre a vida enquanto estamos acordados. Mas justamente ficar em um estágio intermediário, meio dormindo, meio acordado. Entre o mundo do sonho e da realidade. Antes que alguém me acuse, não estou postando isso pelo novo filme do Leonardo de Caprio, e tão pouco pela edição do mês passado da Super interessante. Não vi o filme e não comprei a revista. Estou falando isso porque acontece comigo constantemente, e imagino que possa acontecer com outras pessoas (ou então eu tenho um tumor no cérebro, mas prefiro pensar que vai acontecer com vocês também).
Agora que vocês com certeza leram os dois primeiros parágrafos e ignoraram completamente o que eu pedi pra fazer eu gostaria que vocês tentassem não ignorar essa: tentem imaginar como seria controlar o seu sonho. Que legal, eu poderia sair voando! Se foi isso que você pensou sua imaginação é tão fértil quanto a dos produtores de continuações em Holywood (transformers 2 foi um lixo). Você poderia fazer qualquer coisa e iria sair voando? Tsctsc.
Se não foi isso que você pensou e está se perguntando "tá, e daí? É tudo um sonho mesmo". Bom, a diferença de imaginar e de sonhar, é que no sonho as coisas parecem reais. Sem querer entrar no mérito do que é real, apenas pensem que nos sonhos você "sente" objetos, percebe odores, reproduz emoções. Qual a diferença substancial disso para a realidade? Não é para viver no mundo dos sonhos, mas nada o impede de aproveitá-lo.
Sonhando acordado você consegue, até certo ponto, controlar seu sonho. Ou ao menos controlar aquilo com o que você quer sonhar. Você perceberá aquilo como real, sentirá aquilo como real, e viverá aquilo como real. Tem patas de coelho, orelhas de coelho e dentes de coelho. Será que é um coelho?
Não quero dizer sonhar acordado no sentido de ficar devaneando sobre a vida enquanto estamos acordados. Mas justamente ficar em um estágio intermediário, meio dormindo, meio acordado. Entre o mundo do sonho e da realidade. Antes que alguém me acuse, não estou postando isso pelo novo filme do Leonardo de Caprio, e tão pouco pela edição do mês passado da Super interessante. Não vi o filme e não comprei a revista. Estou falando isso porque acontece comigo constantemente, e imagino que possa acontecer com outras pessoas (ou então eu tenho um tumor no cérebro, mas prefiro pensar que vai acontecer com vocês também).
Agora que vocês com certeza leram os dois primeiros parágrafos e ignoraram completamente o que eu pedi pra fazer eu gostaria que vocês tentassem não ignorar essa: tentem imaginar como seria controlar o seu sonho. Que legal, eu poderia sair voando! Se foi isso que você pensou sua imaginação é tão fértil quanto a dos produtores de continuações em Holywood (transformers 2 foi um lixo). Você poderia fazer qualquer coisa e iria sair voando? Tsctsc.
Se não foi isso que você pensou e está se perguntando "tá, e daí? É tudo um sonho mesmo". Bom, a diferença de imaginar e de sonhar, é que no sonho as coisas parecem reais. Sem querer entrar no mérito do que é real, apenas pensem que nos sonhos você "sente" objetos, percebe odores, reproduz emoções. Qual a diferença substancial disso para a realidade? Não é para viver no mundo dos sonhos, mas nada o impede de aproveitá-lo.
Sonhando acordado você consegue, até certo ponto, controlar seu sonho. Ou ao menos controlar aquilo com o que você quer sonhar. Você perceberá aquilo como real, sentirá aquilo como real, e viverá aquilo como real. Tem patas de coelho, orelhas de coelho e dentes de coelho. Será que é um coelho?
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