(Ressuscitando um dos estilos de postagem desse blog)
O jogo que vou passar se chama Doodle Devil. Basicamente você combina dois elementos para tentar formar um novo e, para cada novo elemento formado, você forma mais e mais até completar todos. Os elementos são separados em categorias que precisam ser liberadas. É bem autoexplicativo, vocês verão. E, para mostrar como Steve Jobs está dominando o mundo, tem também como aplicativo para Ipods.
Jogo - Doodle Devil
Link - http://armorgames.com/play/7384/doodle-devil
Enjoy.
segunda-feira, 14 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Bum-ba-da-bum-bum-bum
Caminha. Bum-ba-da.
Estuda. Bum-ba-da.
Cresce, vive, aparece. Bum-ba-da-bum-bum-bum.
Desestresse. Bum-ba-da.
Faça, refaça, caminha contra a massa (bum-ba-da), está muda? Estuda! (bum-ba-da), espere, recupere, não se altere (bum-ba-da-bum-bum-bum). Esqueceu? Se fo...sse eu (bum-ba-da).
Ataque! (bum-da-da), flanqueie! Golpeie! (bum-ba-da), defende! Compreende! Não vê que o perigo se estende?! (bum-ba-da-bum-bum-bum). Morreu?
(bum-ba-da)
Atire! Inspire! Conspire! Expire! (bum-ba-da). Não pare, repare, compare, dispare! (bum-ba-da-bum-bum-bum).
Cansou? (bum-ba-da)
Baboseira. Besteira. (bum-ba-da) Apenas vá! Ou não vá! Ou se vá! Fique pra lá! (bum-ba-da-bum-bum-bum). Acordou? Despertou? Se tocou? (bum-ba-da)
A ficha caiu? A esperança sumiu? O elo partiu? (bum-ba-da) Não?! Então siga! Prossiga! (bum-ba-da). Cresça! Amadureça! Como?! Obedeça!
(bum-ba-da-bum-bum-bum)
Estuda. Bum-ba-da.
Cresce, vive, aparece. Bum-ba-da-bum-bum-bum.
Desestresse. Bum-ba-da.
Faça, refaça, caminha contra a massa (bum-ba-da), está muda? Estuda! (bum-ba-da), espere, recupere, não se altere (bum-ba-da-bum-bum-bum). Esqueceu? Se fo...sse eu (bum-ba-da).
Ataque! (bum-da-da), flanqueie! Golpeie! (bum-ba-da), defende! Compreende! Não vê que o perigo se estende?! (bum-ba-da-bum-bum-bum). Morreu?
(bum-ba-da)
Atire! Inspire! Conspire! Expire! (bum-ba-da). Não pare, repare, compare, dispare! (bum-ba-da-bum-bum-bum).
Cansou? (bum-ba-da)
Baboseira. Besteira. (bum-ba-da) Apenas vá! Ou não vá! Ou se vá! Fique pra lá! (bum-ba-da-bum-bum-bum). Acordou? Despertou? Se tocou? (bum-ba-da)
A ficha caiu? A esperança sumiu? O elo partiu? (bum-ba-da) Não?! Então siga! Prossiga! (bum-ba-da). Cresça! Amadureça! Como?! Obedeça!
(bum-ba-da-bum-bum-bum)
Esquecer (parte 2 de 4)
Alguém muito importante se foi. Para sempre.
Partiu e se perdeu no seu imaginário de lembranças que, distorcidas pelo tempo e pela memória, só tornam a experiência de relembrar ainda mais dolorosa. Ninguém quer relembrar. Viver no oceano de armarguras que se formou em torno da sua saudades. Qual o próximo passo? Esquecer.
Simples assim? Claro que não. Jamais será fácil, jamais será trivial. Os dias não são e não serão a mesma coisa sem aquela pessoa. Ela partiu, ela se foi. Você talvez nem tenha tido tempo de dizer o quanto ela era especial. Você a via sempre, e ela sempre esteve do seu lado. Mas você não queria expressar o óbvio dizendo: "você é muito importante para mim". Mas às vezes até o óbvio precisa ser dito para que a certeza de nossas convicções se tornem reais.
Não vale a pena pensar no que poderia ter sido. Não vale a pena pensar no que não foi. O caminho do esquecimento é árduo, longo, penoso e dificilmente satisfatório. Você não vai mais se lembrar que aquela pessoa foi, porque ela era tão importante, e o que te fez esquecê-la. Se você tentar se lembrar correrá dois grandes riscos.
Um dos riscos, o menos perigoso, é você não conseguir se lembrar. Você bloqueou aquelas lembranças de modo que elas jamais voltem a te atormentar. Nunca. Você inventou mentiras, plantou memórias, embaçou sua mente para que aquela pessoa não seja mais especial. Para que você não se lembre dela, jamais.
O outro risco, muito mais perigoso, é você conseguir se lembrar. Lembrar porque aquela pessoa era importante, porque ela faz falta, lembrar em como sua vida poderia estar bem melhor com ela presente, naquele momento que você sabia que só ela iria ter a palavra certa a lhe dizer, ou saberia simplesmente não dizer nada.
Portanto a parte mais importante em esquecer alguém não é simplesmente esquecê-la. Mas não tentar se lembrar. Você pode apagar da memória o que aquela pessoa foi, mas se você não apagar também a saudades esta fará você questionar sua atitude, se perguntar porque você esqueceu. E então você estará, inevitavelmente, fadado a encarar um dos riscos dessa atitude.
Será que esse é o modo saudável de passar por isso? Não é provável. Mas para que se possa passar pelo modo saudável, deve-se antes encarar esses sofrimentos, até que algo muito importante aconteça. O que exatamente? Até que você olhe a sua volta.
Partiu e se perdeu no seu imaginário de lembranças que, distorcidas pelo tempo e pela memória, só tornam a experiência de relembrar ainda mais dolorosa. Ninguém quer relembrar. Viver no oceano de armarguras que se formou em torno da sua saudades. Qual o próximo passo? Esquecer.
Simples assim? Claro que não. Jamais será fácil, jamais será trivial. Os dias não são e não serão a mesma coisa sem aquela pessoa. Ela partiu, ela se foi. Você talvez nem tenha tido tempo de dizer o quanto ela era especial. Você a via sempre, e ela sempre esteve do seu lado. Mas você não queria expressar o óbvio dizendo: "você é muito importante para mim". Mas às vezes até o óbvio precisa ser dito para que a certeza de nossas convicções se tornem reais.
Não vale a pena pensar no que poderia ter sido. Não vale a pena pensar no que não foi. O caminho do esquecimento é árduo, longo, penoso e dificilmente satisfatório. Você não vai mais se lembrar que aquela pessoa foi, porque ela era tão importante, e o que te fez esquecê-la. Se você tentar se lembrar correrá dois grandes riscos.
Um dos riscos, o menos perigoso, é você não conseguir se lembrar. Você bloqueou aquelas lembranças de modo que elas jamais voltem a te atormentar. Nunca. Você inventou mentiras, plantou memórias, embaçou sua mente para que aquela pessoa não seja mais especial. Para que você não se lembre dela, jamais.
O outro risco, muito mais perigoso, é você conseguir se lembrar. Lembrar porque aquela pessoa era importante, porque ela faz falta, lembrar em como sua vida poderia estar bem melhor com ela presente, naquele momento que você sabia que só ela iria ter a palavra certa a lhe dizer, ou saberia simplesmente não dizer nada.
Portanto a parte mais importante em esquecer alguém não é simplesmente esquecê-la. Mas não tentar se lembrar. Você pode apagar da memória o que aquela pessoa foi, mas se você não apagar também a saudades esta fará você questionar sua atitude, se perguntar porque você esqueceu. E então você estará, inevitavelmente, fadado a encarar um dos riscos dessa atitude.
Será que esse é o modo saudável de passar por isso? Não é provável. Mas para que se possa passar pelo modo saudável, deve-se antes encarar esses sofrimentos, até que algo muito importante aconteça. O que exatamente? Até que você olhe a sua volta.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Saudade (parte 1 de 4)
Quanto vale um dia? 24 horas? 1440 minutos? 86400 segundos? Não. Um dia vale mais do que o tempo que gastamos nele.
Muitos, quando o dia acaba, sentem a sensação de que aquele dia foi jogado fora. Você não fez nada. Você não correu atrás dos seus sonhos, você não solucionou aquele problema que te incomodava, você não disse pra alguém que sentia muito, que foi culpa sua, não disse que amava alguém. Você não parou e sentiu o perfume das rosas.
E quando isso acontece, sempre temos o amanhã. E então podemos mudar o valor daquele dia muito além de 24 horas. Você pode se desculpar, você pode parar e respirar lentamente e dizer pra alguém que ela é a pessoa mais importante da sua vida, sem exageros. Pode começar a ir nas aulas da academia. É, aquela academia que você estava adiando. Você pode mudar o valor do seu dia.
Mas, o que fazemos quando não podemos evitar? O que fazemos quando algo muda permanentemente o valor de nossos dias? Quando tem alguém muito importante na sua vida e, por algum motivo bom ou ruim, ela vai embora? Talvez a resposta óbvia fosse: superar e seguir em frente. Mas isso não é resposta. Não se pode passar por cima das pessoas. Não se pode simplesmente retirar o quanto aquela pessoa importou pra você, para os seus dias. É impossível.
A parte mais difícil dessa situação é perceber que a importância da pessoa não era somente fazer os seus dias valerem a pena. Mas também perceber que a ausência dela tornam os seus ainda piores do que se você jamais a tivesse conhecido. Não podemos sofrer perdas de algo que nunca tivemos. Isso que sentimos, que nos consome por dentro, que nos faz querer ver a pessoa de novo e de novo, que nos faz imaginar como seria se aquele dia nunca tivesse acabado, isso é a saudade.
Sempre nos perguntamos se a saudade é algo bom ou ruim. Isso é uma questão de perspectiva. Na perspectiva da pessoa que está sentindo saudade, é algo terrível. Você simplesmente não consegue tirar a pessoa da sua cabeça, não consegue não querer ela de volta, não para de pensar nos bons momentos passados juntos e nos muitos que jamais irão se realizar. Na perspectiva da pessoa que se foi, é algo bom. Você sabe que foi querida, que foi desejada, que sua presença era um conforto mesmo que para uma única pessoa.
E agora? Bem, se sentir saudades não vai solucionar o seu problema, se o valor dos seus dias não é mais o mesmo sem aquela pessoa, se você simplesmente não pode parar de se lamentar, esqueça-a.
Muitos, quando o dia acaba, sentem a sensação de que aquele dia foi jogado fora. Você não fez nada. Você não correu atrás dos seus sonhos, você não solucionou aquele problema que te incomodava, você não disse pra alguém que sentia muito, que foi culpa sua, não disse que amava alguém. Você não parou e sentiu o perfume das rosas.
E quando isso acontece, sempre temos o amanhã. E então podemos mudar o valor daquele dia muito além de 24 horas. Você pode se desculpar, você pode parar e respirar lentamente e dizer pra alguém que ela é a pessoa mais importante da sua vida, sem exageros. Pode começar a ir nas aulas da academia. É, aquela academia que você estava adiando. Você pode mudar o valor do seu dia.
Mas, o que fazemos quando não podemos evitar? O que fazemos quando algo muda permanentemente o valor de nossos dias? Quando tem alguém muito importante na sua vida e, por algum motivo bom ou ruim, ela vai embora? Talvez a resposta óbvia fosse: superar e seguir em frente. Mas isso não é resposta. Não se pode passar por cima das pessoas. Não se pode simplesmente retirar o quanto aquela pessoa importou pra você, para os seus dias. É impossível.
A parte mais difícil dessa situação é perceber que a importância da pessoa não era somente fazer os seus dias valerem a pena. Mas também perceber que a ausência dela tornam os seus ainda piores do que se você jamais a tivesse conhecido. Não podemos sofrer perdas de algo que nunca tivemos. Isso que sentimos, que nos consome por dentro, que nos faz querer ver a pessoa de novo e de novo, que nos faz imaginar como seria se aquele dia nunca tivesse acabado, isso é a saudade.
Sempre nos perguntamos se a saudade é algo bom ou ruim. Isso é uma questão de perspectiva. Na perspectiva da pessoa que está sentindo saudade, é algo terrível. Você simplesmente não consegue tirar a pessoa da sua cabeça, não consegue não querer ela de volta, não para de pensar nos bons momentos passados juntos e nos muitos que jamais irão se realizar. Na perspectiva da pessoa que se foi, é algo bom. Você sabe que foi querida, que foi desejada, que sua presença era um conforto mesmo que para uma única pessoa.
E agora? Bem, se sentir saudades não vai solucionar o seu problema, se o valor dos seus dias não é mais o mesmo sem aquela pessoa, se você simplesmente não pode parar de se lamentar, esqueça-a.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
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